Key info


Date:
8 May 2020

Authors:
Thomas A Mellan, Henrique H Hoeltgebaum, Swapnil Mishra, Charlie Whittaker, Ricardo P  Schnekenberg, Axel Gandy, H Juliette T Unwin, Michaela A C Vollmer, Helen Coupland, Iwona Hawryluk, Nuno Rodrigues Faria, Juan Vesga, Harrison Zhu, Michael Hutchinson, Oliver Ratmann, Melodie Monod, Kylie Ainslie, Marc Baguelin, Sangeeta Bhatia, Adhiratha Boonyasiri, Nicholas Brazeau, Giovanni Charles, Laura V Cooper, Zulma Cucunuba, Gina Cuomo-Dannenburg, Amy Dighe, Bimandra Djaafara, Jeff Eaton, Sabine L van Elsland, Richard FitzJohn, Keith Fraser, Katy Gaythorpe, Will Green, Sarah Hayes, Natsuko Imai, Ben Jeffrey, Edward Knock, Daniel Laydon, John Lees, Tara Mangal, Andria Mousa, Gemma Nedjati-Gilani, Pierre Nouvellet, Daniela Olivera, Kris V Parag, Michael Pickles, Hayley A Thompson, Robert Verity, Caro- line Walters, Haowei Wang, Yuanrong Wang, Oliver J Watson, Lilith Whittles, Xiaoyue Xi, Lucy Okell, Ilaria Dorigatti, Patrick Walker, Azra Ghani, Steven Riley, Neil M Ferguson1, Christl A. Donnelly, Seth Flaxman and Samir Bhatt1

1Correspondence:
neil.ferguson@imperial.ac.uk
s.bhatt@imperial.ac.uk
t.mellan@imperial.ac.uk

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WHO Collaborating Centre for Infectious Disease Modelling, MRC Centre for Global Infectious Disease Analysis, Abdul Latif Jameel Institute for Disease and Emergency Analytics, Department of Mathemtics, Imperial College London, Department of Statistics, Nuffield Department of Clinical Neurosciences, University of Oxford

Summary

Brazil is an epicentre for COVID-19 in Latin America. In this report we describe the Brazilian epidemic using three epidemiological measures: the number of infections, the number of deaths and the reproduction number. Our modelling framework requires sufficient death data to estimate trends, and we therefore limit our analysis to 16 states that have experienced a total of more than fifty deaths. The distribution of deaths among states is highly heterogeneous, with 5 states—São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco and Amazonas—accounting for 81% of deaths reported to date. In these states, we estimate that the percentage of people that have been infected with SARS-CoV-2 ranges from 3.3% (95% CI: 2.8%-3.7%) in São Paulo to 10.6% (95% CI: 8.8%-12.1%) in Amazonas. The reproduction number (a measure of transmission intensity) at the start of the epidemic meant that an infected individual would infect three or four others on average. Following non-pharmaceutical interventions such as school closures and decreases in population mobility, we show that the reproduction number has dropped substantially in each state. However, for all 16 states we study, we estimate with high confidence that the reproduction number remains above 1. A reproduction number above 1 means that the epidemic is not yet controlled and will continue to grow. These trends are in stark contrast to other major COVID-19 epidemics in Europe and Asia where enforced lockdowns have successfully driven the reproduction number below 1. While the Brazilian epidemic is still relatively nascent on a national scale, our results suggest that further action is needed to limit spread and prevent health system overload.

Translations

Português - Portuguese

8 May 2020 - Imperial College London

Report 21 - Estimating COVID-19 ca ses an d reproduction number in Brazil

Summary
O Brasil é atualmente o epicentro da COVID-19 na América Latina. Neste relatório descrevemos a epidemia brasileira usando três medidas epidemiológicas: número de infecções, número de óbitos e número de reprodução. Nossa modelagem requer um número mínimo de óbitos para que tendências possam ser estimadas, portanto limitamos nossa análise aos 16 estados com mais de cinquenta óbitos reportados. A distribuição de óbitos entre os estados é altamente heterogênea, com cinco estados ---  São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco e Amazonas --- contabilizando 81% dos óbitos reportados até o momento. Nestes estados, estimamos que a porcentagem de pessoas infectadas por SARS-CoV-2 varia de 3,3% (IC95%: 2,8%-3,7%) em São Paulo a 10,6% (IC95%: 8,8%-12,1%) no Amazonas. No início da epidemia, o número de reprodução (uma medida de intensidade de transmissão) indicava que um indivíduo infectado infectava em média três a quatro outras pessoas. Após a implementação de intervenções não-farmacológicas como fechamento de escolas e redução da mobilidade da população, mostramos que o número de reprodução caiu substancialmente nos estados. No entanto, nos 16 estados analisados, estimamos com alto grau de confiança que o número efetivo de reprodução mantém-se superior a 1. O número de reprodução acima de 1 significa que a epidemia ainda não está sob controle e continuará a crescer. Essa tendência contrasta com outros importantes focos da epidemia de COVID-19 na Europa e Ásia, onde lockdowns obtiveram sucesso em reduzir o número reprodutivo para abaixo de 1. Embora em escala nacional a epidemia brasileira ainda seja relativamente inicial, nossos resultados sugerem que mais ações são necessárias para limitar a disseminação e prevenir sobrecarga do sistema de saúde.

 

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